A Ekobé inaugura, no próximo dia 17 de julho, uma nova unidade industrial em Capela do Alto (SP), dedicada à produção de gomas nutracêuticas. O investimento de R$ 10 milhões amplia significativamente a capacidade produtiva da empresa e coloca em operação a maior máquina para fabricação de gomas nutracêuticas da América Latina.
Com a nova planta, a capacidade anual da companhia passa de mais de 2 milhões para mais de 12 milhões de frascos, reforçando sua estratégia de expansão em um segmento que cresce impulsionado pela busca dos consumidores por praticidade, bem-estar e novos formatos de suplementação.
O mercado brasileiro de nutracêuticos movimenta atualmente cerca de US$ 12 bilhões e deve alcançar aproximadamente US$ 18,7 bilhões até 2034, segundo o Grupo IMARC. Dentro desse universo, o segmento de suplementos alimentares cresce em ritmo ainda mais acelerado, impulsionando investimentos em capacidade produtiva, tecnologia e inovação.
Segundo a empresa, a nova unidade foi projetada para atender aos elevados requisitos técnicos da produção de gomas, incluindo controle de temperatura, umidade, textura e estabilidade dos ingredientes ativos, fatores essenciais para garantir qualidade e consistência em escala industrial.
Mais do que acompanhar o crescimento do mercado de nutracêuticos, a inauguração da nova fábrica da Ekobé evidencia uma transformação importante na indústria de alimentos e suplementos.
Durante muitos anos, a inovação esteve concentrada na formulação dos produtos. Agora, ela também passa pelo formato de consumo.
As gomas nutracêuticas representam uma mudança de comportamento do consumidor, que busca conveniência, melhor experiência de uso e maior adesão ao consumo contínuo. Essa evolução impacta diretamente toda a cadeia produtiva, desde equipamentos industriais até desenvolvimento de embalagens.
Para a indústria de embalagens, esse movimento abre novas oportunidades. Produtos mais sensíveis exigem soluções que garantam proteção contra umidade, estabilidade dos ativos, praticidade de abertura e diferenciação no ponto de venda.
Mais do que aumentar a capacidade de produção, investimentos como esse mostram que a indústria está se preparando para atender um consumidor que valoriza tanto a eficácia do produto quanto a experiência de consumo.
