Nova linha de alimentos para cães e gatos combina ingredientes naturais, proteínas certificadas e embalagens com atributos ambientais
A PremieRpet amplia o posicionamento da marca Nattu, que passa a atuar como uma marca independente dentro do portfólio da companhia, ao lado de GoldeN e PremieR. O movimento é acompanhado pelo lançamento da Nattu Wild, linha de alimentos secos para cães e gatos que associa proposta nutricional a uma agenda de conservação da biodiversidade brasileira.
Parte do faturamento obtido com a venda dos produtos será destinada, por meio do Instituto PremieRpet, a ONGs e projetos voltados à preservação de biomas e fauna. A primeira iniciativa apoiada é uma parceria com o Onçafari para pesquisas e ações de conservação do lobo-guará no Cerrado.
Embalagem também entra na estratégia
A proposta de sustentabilidade da nova linha se estende à embalagem. Os produtos utilizam material com o selo I’m green, de origem renovável derivada da cana-de-açúcar, além de compensação de reciclagem por meio da Polen e selo Carbon Free.
Segundo a empresa, a produção também utiliza 100% de energia solar, ampliando a integração entre produto, embalagem e processo produtivo dentro da proposta ambiental da linha.
Ingredientes e origem ganham espaço
A Nattu Wild utiliza carne de frango certificada e ingredientes naturais como abóbora, espinafre, cúrcuma, chia e blackberry (amora). A composição também inclui ovos Cage Free e antioxidantes naturais.
No posicionamento da marca, a combinação de ingredientes e atributos de origem busca responder à demanda por produtos associados a naturalidade, rastreabilidade e transparência — tendências que também começam a influenciar o mercado pet.
A linha chega em diferentes apresentações para cães e gatos, com formulações específicas para cada público.
Uma estratégia que une produto e propósito
O lançamento mostra como o mercado pet vem ampliando a abordagem de valor dos produtos. Além da formulação e da performance nutricional, origem dos ingredientes, embalagem e impacto socioambiental passam a participar da construção da marca.
No caso da Nattu Wild, essa estratégia aparece na combinação entre produto, embalagem e destinação de parte do faturamento para iniciativas de conservação.
Para a indústria de embalagens, o movimento reforça uma tendência conhecida em outras categorias: a embalagem deixa de ser apenas suporte físico e passa a fazer parte da narrativa de valor do produto.
